sexta-feira, 22 de março de 2013

UCPel - Católica sedia Ciclo de Palestras “Convivendo com a Doença de Parkinson”


Tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio e alterações na fala e na escrita. O portador da doença de Parkinson convive com uma série de características que, para serem melhor compreendidas, costumam ser abordadas em atividades pela Associação Pelotense de Parkinsonianos.

Em especial neste mês de abril. Para marcar o Dia Internacional do Parkinsoniano, celebrado no dia 11, a entidade promove o ciclo de palestras Convivendo com a Doença de Parkinson no dia 6, das 9h às 12h, no Espaço Multiuso do Campus II da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). Toda a comunidade é convidada a participar.
O evento terá a presença dos médicos do Centro de Tratamento de Parkinson do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, André Dalbem, Jorge Bizzi, Leonardo Frighetto e Paulo Oppitz. Haverá, ainda, a apresentação do Coral da Associação Pelotense de Parkinsonianos.

O evento é gratuito e não há necessidade de inscrição prévia. O Campus II fica localizado na rua Almirante Barroso, 1.202.

Saiba mais
Doença neurológica, o Parkinson não é uma doença fatal, nem contagiosa, não afeta a memória ou a capacidade intelectual do parkinsoniano. Também não há evidências de que seja hereditária. Apesar dos avanços científicos, ainda continua incurável, é progressiva (variável em cada paciente) e sua causa ainda continua desconhecida até hoje
.
De acordo com a Associação Brasil Parkinson, a doença ocorre devido à degeneração das células cerebrais que produzem uma substância chamada dopamina, que conduz as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo. A falta ou diminuição da dopamina afeta os movimentos do paciente, provocando os sintomas.
A doença pode afetar qualquer pessoa, independentemente de sexo, raça, cor ou classe social. A doença de Parkinson tende a afetar pessoas mais idosas. A grande maioria das pessoas tem os primeiros sintomas geralmente a partir dos 50 anos de idade, mas pode também ocorrer em pessoas mais jovens, embora os casos sejam mais raros. Um por cento das pessoas com mais de 65 anos tem a doença de Parkinson.

Fonte : UCPel - Católica sedia Ciclo de Palestras “Convivendo com a Doença de Parkinson”

Um comentário:

Baldoino Soares Badu disse...

É muito bom receber noticias dos amigos de Pelotas-RS.